Por fora, você funciona.

Trabalha, cuida, resolve, sustenta

relações.

Por dentro, sente:  cansaço,

culpa, ansiedade, aquela 

sensação   constante de que você

nunca é suficiente.

Performar a mulher maravilha  tem um custo muito alto.
E talvez esteja na hora de alguém cuidar de você.

A psicoterapia é um espaço seguro para organizar pensamentos, compreender emoções e fortalecer sua autoestima. Um lugar onde você não precisa performar, agradar ou ser “a mulher que aguenta tudo”.  Aqui, você pode simplesmente ser inteiramente você!

Baixa auto estima

Nada parece suficiente ou verdadeiro. Nem elogios. Nem conquistas. Sempre falta algo… aos seus próprios olhos.

Ansiedade

A mente não para, o corpo responde. Você vive no futuro, sempre esperando algo dar errado, enquanto o presente escapa.

Perfeccionismo

Você revisa, refaz… Organização? Não é medo de errar. Um virgula fora de lugar vira prova de fracasso e esse peso paralisa.

Dificuldades em Dizer Nãos

Você se cala, se deixa para depois, aceita coisas que não gostaria, só para evitar conflito ou desapontar alguém.

Conflitos nos
Relacionamentos

Você quer relações leves, mas vive os mesmos ciclos: conflitos, promessas, reconciliações. No fundo, a sensação é de que nada muda.

Dificuldade na tomada de decisão

Você pensa, analisa, busca sinais… e ainda assim não consegue se decidir. Fica presa entre caminhos.

Sentimento de vazio

Nada está exatamente errado, mas também não está bem. Algo dentro de você parece desconectado restando esse desconforto silencioso que não vai embora.

Estresse/
sobrecarga

A rotina sempre cheia de urgências e responsabilidades. Você dá conta de tudo. Mas por dentro, está exausta. E descansar já não resolve.

Autoconhecimento

Um desejo silencioso de se entender melhor, olhar para dentro com mais honestidade, fazer escolhas com mais sentido e se sentir bem sendo quem você é.


Você merece se sentir bem consigo mesma.

Não adie seu bem estar.

Você merece esse cuidado!

Como funciona o processo terapêutico?

Cada sessão é um espaço de escuta, mas também de construção. Um lugar onde olhamos para você como um todo, não apenas para os sintomas, buscando compreender as raízes emocionais do que você sente e que foram se formando ao longo da sua história. Nos primeiros encontros, o foco é te conhecer com mais profundidade. Entender o que você tem vivido, o que te afeta e o que você deseja transformar. A partir disso, seguimos juntas para:

Traçar caminhos possíveis para os seus objetivos, respeitando o seu tempo, sua história e o que faz sentido para você.

Identificar padrões que se repetem, gatilhos que ativam suas emoções, crenças disfuncionais…

Compreender como isso impacta seus pensamentos, comportamentos, ações e relações.

Desenvolver novos recursos para ressignificar/
transformar padrões e crenças que te machucam te proporcionando mais autonomia.

Para então notar transformações em si mesma

Ao longo do processo, você começa a perceber mudanças reais na forma de agir, pensar e se posicionar, não só durante as sessões, mas nas situações comuns do teu dia a dia.

Projeto Remover fundo
Conheça a Psi que vai te acompanhar durante o teu processo terapêutico:

Oiee, que bom te ter por aqui!

 

Me chamo Janaina sou psicóloga clínica, especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) pela PUCPR, e encontrei na Terapia do Esquema (TE) uma forma ainda mais profunda de compreender as dores emocionais. É a partir desse olhar que conduzo meu trabalho, considerando as necessidades emocionais não atendidas e valorizando a relação terapêutica como um espaço vivo de transformação.


Minha prática clínica é voltada exclusivamente para mulheres. Acredito que, embora cada história seja única, ser mulher em nossa sociedade envolve atravessamentos comuns: cobranças, desigualdades, silenciamentos e sobrecarga emocional que impactam diretamente a forma como nos vemos e nos relacionamos.

Por isso, construo um espaço terapêutico que vai além da escuta. Um ambiente de segurança, acolhimento e pertencimento, onde você não precisa se justificar para ser compreendida. Um lugar onde temas como autoestima, corpo, relações, maternidade, sexualidade, limites, culpa e desejo podem ser abordados com liberdade, respeito e profundidade.

 

 

 

 

 

Dúvidas Frequentes

 

 

Quanto tempo dura um processo de terapia?

A duração da terapia pode variar de acordo com as necessidades, objetivos e questões trabalhadas por cada pessoa. Alguns processos são mais breves e focados em uma questão específica, enquanto outros podem se estender por mais tempo quando envolvem um trabalho mais profundo de autoconhecimento e mudança de padrões emocionais.

Ao longo do acompanhamento, vamos avaliando juntas os avanços e ajustando o percurso conforme as suas necessidades.

As sessões online são realizadas por videochamada através do Google Meet,  e funcionam de forma muito semelhante à presencial em  um espaço de escuta profissional, acolhedor e confidencial.

Durante o encontro, você poderá falar sobre suas experiências, pensamentos, sentimentos e dificuldades do momento. Sua única preocupação é estar em um ambiente facilitador onde você possa falar o que quiser da forma que quiser sem a interferência de outras pessoas, de preferência silencioso com internet estável. 

Enquanto psicóloga, te ajudo a organizar essas experiências, identificar padrões e construir novas perspectivas para lidar com os desafios da vida. O processo acontece de forma gradual, respeitando o tempo e as necessidades de cada pessoa.

As sessões têm duração de até 50 minutos. Esse tempo é dedicado exclusivamente ao processo terapêutico, permitindo espaço para escuta, reflexão e desenvolvimento do trabalho psicológico.

As sessões acontecem uma vez por semana. Essa frequência ajuda a manter continuidade no processo terapêutico e permite acompanhar de forma mais consistente as questões trabalhadas.

Em alguns momentos específicos, como o processo de alta, a frequência pode ser ajustada conforme a necessidade da paciente e avaliação profissional.

A relação terapêutica é um fator importante para o desenvolvimento do processo. Por isso, é natural que nos primeiros encontros você esteja conhecendo a profissional, a forma de trabalho e se sente confortável naquele espaço.

A sensação de escuta, respeito e acolhimento costuma ser um bom indicativo de que a relação terapêutica pode se desenvolver de forma positiva.

Não. Trabalho com consultas particulares onde emito nota fiscal para o reembolso. Assim minhas pacientes podem solicitar o reembolso diretamente com seu plano de saúde.

Obs: Cada plano de saúde possui condições e critérios de reembolso específicos, entre em contato com a central de atendimento do plano e informe-se sobre os detalhes de reembolso para atendimento psicológico.

Artigos onde você vai encontrar.

Conteúdos sobre, relacionamentos, ansiedade, autoestima, posicionamento, perfeccionismo e
muito mais com uma linguagem acessível e transformadora.

Dificuldade de dizer “não”
Dificuldade de dizer “não”

“Uma folha em branco” onde os outros escrevem seus próprios desejos. é assim que você se sente?

é assim que você se sente?

Muitas mulheres relatam sentir um incômodo imediato apenas ao pensar em dizer “não”. Surge o sentimento de culpa, medo de decepcionar alguém ou a sensação de estar sendo egoísta.

E acabam se tornando:

A mulher maravilha que dá conta de tudo e de todos casa, filhos, marido, e divertida, responsável, conciliadora

No trabalho a que todos procuram quando surge um problema, uma demanda extenuante, aquela que sempre diz sim para todos recorrem quando precisam de uma ajudinha.

A amiga que é intimada a participar de um happy hour mesmo estando exausta comparece com um sorriso no rosto mesmo desejando sua cama com sua serie conforto com todas as forças.

Aquela que independente do grau de intimidade e lembrada para resolver algo.

É desgastante, nem um pouco saudável, mas é esperado socialmente por trás dessa dificuldade, geralmente existe uma história de aprendizado emocional: desde cedo, muitas mulheres foram incentivadas a serem compreensivas, disponíveis, cuidadoras “boazinhas”.

Embora essas qualidades sejam importantes para ambos os sexos, quando levadas ao extremo podem gerar um padrão de repetição em que a pessoa passe a ocupar sempre o último lugar, que vão de negligências desde o autocuidado à realização de desejos em prol de outras pessoas.

O custo emocional de não estabelecer limites é extremamente limitante!

Quando os limites não são claros, é comum que a rotina se torne cada vez mais sobrecarregada. Compromissos se acumulam, responsabilidades aumentam e o espaço para descanso ou autocuidado diminui não é incomum que eles se que deixem de existir.

Sensação constante de esgotamento, irritabilidade, impaciência frequente, dificuldade em priorizar a própria vida, sensação de estar vivendo mais para os outros do que para si, são queixas frequentes. Curiosamente, essas sensações vêm acompanhadas da percepção que o reconhecimento obtido não tem a mesma proporção da doação integral. Vamos combinar isso não é por acaso!

Em sessão eu costumo exemplificar essa sensação com uma metáfora essa sensação “ponte” que todos atravessam, mas ninguém cuida ou Uma folha em branco” onde os outros escrevem seus próprios desejos! É assim que você se sente?

Se sim, aprender a dizer “não” sem culpa, estabelecer limites saudáveis não significa ser fria, egoísta ou distante. Significa apenas reconhecer que toda pessoa possui limites emocionais, pessoais, profissionais, físicos e de tempo.

Na psicoterapia, muitas mulheres descobrem que dizer “não” também envolve aprender a tolerar o desconforto inicial de não corresponder a todas as expectativas externas e principalmente as internas, reconhecer os próprios limites, comunicar-se de forma clara e respeitosa, reduzir a necessidade de justificativas excessivas.

Algo importante acontece: as relações tendem a se tornarem mais equilibradas e autênticas, além do seu auto cuidado as pessoas passam a te ver como alguém que também precisa ser cuidada, você não precisa ser uma ponte para as vontades alheias nem tão pouco uma folha predestinada a realizar desejos,

Limites saudáveis não vão afastar quem respeita você. Eles apenas revelam quem estava acostumado a tirar proveito deles.

Em relações onde o seu “NÃO” é um divisor de águas, não se demore tenha esse autocuidado, procure relações em que seus “NÃOS” sejam respeitados, acolhidos e compreendidos.

Dizer não é uma habilidade que pode ser aprendida, se faz sentido pra você eu posso te acompanhar durante esse processo.

Por que algumas relações parecem sempre repetir os mesmos padrões?

“A vida adulta é resumida em não saber se estamos andando em círculos, ciclos, ou em circos.” boa parte dessa percepção e verdade podemos ver isso em nossos relacionamentos”.

Histórias diferentes que começam e terminam de forma parecida

Algumas mulheres percebem um padrão curioso ao olhar para seus relacionamentos ao longo do tempo. As mesmas características que te fazem apaixonar por alguém, términos semelhantes, situações similares, discussões repetidas, sentimentos persistentes.

É um círculo vicioso dentro de um ciclo que se não fosse trágico poderia ser um espetáculo circense, mas nesse picadeiro não temos risos, diversão e leveza.

Mesmo com pessoas diferentes, certos conflitos ou dinâmicas parecem se repetir. Envolvimento com parceiros emocionalmente indisponíveis, relações que começam intensas, mas se tornam instáveis, ou a tendência de assumir responsabilidades emocionais maiores para isentar o outro da responsabilidade que lhes cabe, parcerias possessivas….

Essa repetição muitas vezes gera frustração e a pergunta inevitável:

“Por que isso sempre acontece comigo?”   💔

    O papel dos padrões relacionais 

Nossos relacionamentos não são construídos apenas no presente. Eles também são influenciados por aprendizados emocionais formados ao longo da vida.

Experiências familiares, modelos de relação observados na infância e crenças sobre amor e valor pessoal podem influenciar de forma silenciosa as escolhas afetivas mantendo padrões já conhecidos.

Isso significa que a pessoa não faz uma “escolha totalmente conscientemente” de suas relações sejam elas possessivas, tóxicas, disfuncionais ou funcionais, complementares e saudáveis.  

O nosso cérebro armazena padrões, sensações e experiência, busca por essa familiaridade para “se cansar menos”, poupar esforços de entender e se adaptar a novas dinâmicas, por isso muitas histórias trocam de personagens, mas se repetem.  Podemos sim fazer novas escolhas desde que tenhamos consciência do que buscamos e tenhamos noção do nosso funcionamento.

    Tornando os padrões mais conscientes

Dentro do processo psicoterapêutico as relações são analisadas como um todo aspectos positivos, tóxicos, melhorias possíveis, identificamos como as dinâmicas se formaram para que você tenha a possibilidade de escolher se esse relacionamento faz ou não sentido para o que você.

    Esse processo permite que você desenvolva maior consciência sobre:

  • o que costuma te atrair em determinadas relações, quais características, situações em comum, que comportamentos te aproximam ou te repelem….
  • quais necessidades emocionais estão sendo buscadas
  • quais limites podem precisar ser fortalecidos

Quando esses padrões se tornam mais claros, abre-se espaço para novas escolhas relacionais.

Com mais consciência emocional, muitas mulheres percebem que não precisam repetir histórias antigas

Novos relacionamentos podem ser construídos de maneira mais saudável quando existe clareza sobre quem você é, o que você deseja e o que não está mais disposto a aceitar.

 10/04/2026 Psicóloga: Janaina Lima Santana     

Autoestima condicionada ao outro

Por que tantas mulheres sentem a necessidade de serem validadas?

Muitas mulheres cresceram aprendendo, direta ou indiretamente, que precisam corresponder às altas expectativas dos outros para, só assim, merecerem aprovação ou validação externa. Ser uma boa profissional, uma boa parceira, uma boa filha, uma boa amiga, uma ótima mulher, mãe, profissional, a lista é extensa.

Autoestima condicionada tem como parâmetro  única e exclusivamente o “achar externo”, e é aí que o problema surge: quando a sensação de valor pessoal passa a depender de algo totalmente subjetivo e volúvel já que cada um vai tirar conclusões baseadas em seu repertório interno.

Quando isso acontece, pequenas críticas podem parecer devastadoras. Um comentário no trabalho, o silêncio perturbador ao esperar uma resposta em uma conversa ou a ausência de reconhecimento já são suficientes para despertar dúvidas internas profundas:

“O que fulano(o) está pensando sobre mim?”
“Será que eu fiz algo errado?”
“Será que não sou suficiente?”

Uma autoestima construída apenas sobre aprovação externa é frágil! Oscila conforme o ambiente, as pessoas e as circunstâncias, se torna volúvel sem personalidade, autenticidade ou verdade, já que para ter a validação externa você se molda, se adapta, se poda para conseguir suprir essa necessidade.

A autoestima condicionada costuma moldar o comportamento e interferir diretamente nas emoções e ações, como:

  • Sentir dificuldade em expressar opiniões
  • Colocar constantemente as necessidades dos outros em primeiro lugar
  • Mudar sua autopercepção para reforçar a opinião do outro, fortalecendo a ideia de que seu valor está vinculado à como o outro te enxerga
  • Esforço constante para manter relações, corresponder expectativas e evitar frustrações alheias a todo custo
  • Comparação constante, busca excessiva por aprovação e insegurança
  • Não expressar como se sente
  • Concordar com falas e comportamentos dos quais você internamente repudia e até mesmo reproduzi-los para se sentir pertencente validada e se sentir péssima com isso

Apesar de todo o esforço em se adaptar às pessoas, a sensação de insuficiência costuma permanecer e como”enxugar gelo”, terá sempre um ajuste a ser feito.

Fortalecer a autoestima não significa ignorar a opinião dos outros, mas sim não depender exclusivamente dela para sentir que possui valor, que você pode não ser aprovada em algum grau, isso não significa que você passe a ser indigna de ser amada, valorizada.

É importante se ver através do olhar do outro. Nossa autossuficiência e amor-próprio não se constroem excluindo o outro da nossa vida, mas, em hipótese alguma, podemos centralizar única e exclusivamente as percepções externas sem considerar nosso interno.

Esse processo envolve camadas densas e desafiadoras de autoconhecimento: identificar padrões de pensamento, compreender experiências que moldaram a sua autopercepção e desenvolver uma relação mais realista e gentil consigo mesma. E, sim, em alguns momentos, afastar-se de situações e pessoas que te colocam para baixo, te subestimam ou não te fazem bem, para se autopreservar.

A autoestima saudável não nasce da comparação constante, da perfeição ou da exclusividade do olhar do outro. Ela nasce da consciência de quem se é, da capacidade de se acolher, se aceitar e se permitir viver sem pedir permissão o tempo todo e aceitar que ninguém vai agradar a todos a ponto de ser validada.

O peso do perfeccionismo: quando nada parece suficiente

“Isso pode ser melhorado”, “já está na minha agenda”, “talvez só mais…” Enfim a perfeccionista altas expectativas que esbarram na realidade

 

O perfeccionismo costuma ser visto socialmente como uma qualidade a ser reforçada. Ser organizada e exigente consigo mesma muitas vezes é valorizado em ambientes profissionais e acadêmicos.

No entanto, quando essa busca por excelência se torna rígida demais, ela pode trazer um custo emocional significativo.

Para muitas mulheres, o perfeccionismo não aparece apenas como o desejo de fazer bem-feito, mas como uma sensação constante de que qualquer erro é inaceitável.

Mesmo quando algo dá certo, a mente rapidamente encontra algo que poderia ter sido melhor.

Como o perfeccionismo afeta o seu bem-estar

Com o passar do tempo, esse padrão pode gerar um ciclo desgastante onde há medo excessivo de cometer erros, dificuldade em iniciar projetos por receio de não fazer perfeitamente, autocrítica intensa, dificuldade em reconhecer conquistas.

Surpreendentemente, o perfeccionismo não necessariamente melhora o desempenho ou performance. Muitas vezes ele gera procrastinação, ansiedade, esgotamento emocional que resultam em uma paralisação invés de um ótimo desempenho a qual o perfeccionismo é frequentemente associado. 

Na psicoterapia, o perfeccionismo é compreendido como um padrão cognitivo que geralmente se desenvolve ao longo da vida, muitas vezes associado a experiências de cobrança, comparação ou necessidade de aprovação.

O objetivo não é abandonar o desejo de qualidade ou responsabilidade, mas sim desenvolver expectativas mais realistas e compassivas consigo e com os outros 

Gradualmente, a pessoa aprende a reconhecer que valor pessoal não depende de desempenho impecável “perfeito”

Reconhecer que seu valor pode ser e desvinculado de tarefas, trabalhos, um cronograma inflexível redigido em um Excel, é algo que pode ser aprendido assim como aprendemos tão erroneamente vinculá los, ninguém tem o potencial de ser extremamente competente em tudo que porventura se propor a fazer em algumas áreas teremos nossas habilidades destacadas e outras nem tanto e isso não precisa ser uma sentença e o reconhecimento de que ainda continuamos tão humanos quanto deveríamos.

A vida não precisa ser executada como um projeto “perfeito” irretocável, ela precisa ser vivida com mais flexibilidade e humanidade que as planilhas jamais poderão englobar.

Sensação de estar sempre  alerta minha mente  nunca desacelera, prazer ansiedade

Não é incomum ouvir mulheres descrerem a ansiedade como mais uma tarefa.

É como se a mente nunca descansasse completamente. Mesmo nos momentos de pausa, ela continua ativa, como se fosse mais uma tarefa do dia a dia: pensamentos sobre compromissos, responsabilidades e possíveis problemas futuros. O malabarismo não para nunca, quase como um aditivo obrigatório por ser mulher.

O cérebro constantemente tentando prever, evitar e eliminar qualquer dificuldade relatado quase como um hobby ou superpoder, quando na verdade esse estado de alerta contínuo pode gerar cansaço mental, dificuldade de relaxar, taquicardia, insônia, falta de ar, dificuldades de concentração, tensão muscular, problemas gastrointestinais (gastrite) dificuldade de concentração, irritabilidade, impaciência, medo constante e sensação de irrealidade e tantos outros sintomas associados a ansiedade.

E esse estado ansioso pode ser desenhado aos poucosnem sempre a ansiedade se manifesta apenas como nervosismo evidente e muitos sintomas associados de uma única vez gerando uma crise. Muitas vezes ela aparece em formas mais sutis, como:

Dificuldade para desligar os pensamentos antes de dormir/ Insônia 

Preocupação constante com o futuro

Tensão corporal frequente, aquela dor nas costas ombros ou a tensão na mandíbula causados pelo seu estado de alerta constante

Necessidade de controle excessivo

Para mulheres que acumulam múltiplos papéis profissionais, familiares e sociais, essa pressão interna pode se tornar ainda mais intensa e potencializar essa ansiedade e por muitas vezes os sinais de alerta são negligenciados totalmente pois a rotina é desgastante todo o tempo e esse parâmetro de dosar quando algo está além do que se considera “normal” em muitas, muitas aspas deixam de existir e a procura por ajuda e tardia quando os sintomas já são insuportáveis e insustentáveis.

Mas como aprender a lidar com a ansiedade de forma mais saudável?

Na psicoterapia, dentro do processo terapêutico vamos buscar compreender de onde vem essa ansiedade, conseguir identificar seus gatilhos, criar estratégias que te ajudem com sua ansiedade já que não existe a possibilidade de deixar de sentir ansiedade assim como não a possibilidade de deixar de beber água por exemplo.

 Mas é possível conviver com ela de uma forma leve, desenvolver novas formas de responder a esses pensamentos e emoções e conseguir alguma forma de diálogo, aprendendo a reconhecer padrões de pensamento ansioso, desenvolver maior flexibilidade cognitiva e construir estratégias mais equilibradas de enfrentamento.

Com o tempo, autoconhecimento muitas mulheres percebem algo libertador: a mente pode e deve continuar ativa e criativa, sem precisar funcionar permanentemente em modo de alerta, é sob essa nova perspectiva a ansiedade passa a fazer parte de nossa vida, mas não ocupe toda ela.

 13/04/2026 Psicóloga: Janaina Lima Santana     

Relacionamento Tóxicos

Nem todo relacionamento desgastante tóxico começa de forma evidente. Muitas vezes, ele se constrói gradualmente como na parábola que conhecemos bem, a lenda diz que, se colocado em água fria onde a temperatura aumenta gradualmente e a pessoa se acostuma ao perigo até ser consumido.

O mesmo acontece em algumas relações, gradualmente em alguns relacionamentos, com pequenas situações que vão se acumulando ao longo do tempo: comentários que diminuem, críticas constantes, inversões de culpa, silêncio punitivo ou a sensação de precisar medir cada palavra para evitar conflitos.

No início, essas situações podem parecer isoladas. Com o tempo, começa-se a perceber uma regra: a sensação de segurança emocional diminui, o desgaste aumenta a tensão e sensação predominante é a relação se mostra prejudicial.

E o que fazemos e contraintuitivo normalizar ou naturalizar dar um jeitinho de aceitar afinal nenhuma relação é perfeita, mas essa chegou perto e talvez ela volte essa narrativa é comum tem séculos de construção afinal quem nunca ouviu aquele ultrapassado ditada “ruim com ele, pior sem ele” se você prestar atenção não tem uma opção melhor as duas são péssimas, mas ninguém questiona.

Sentir culpa por todas as discussões, “pisar em ovos”, a necessidade constante de se explicar ou justificar a cada passo, ter receio de contar o que acontece para pessoas próximas ou até se afastar para evitar conflitos, ter medo de expor vulnerabilidades, sentimentos ou opiniões. Esses sinais aparecem quando a dinâmica da relação se torna tóxica e potencialmente violenta.

Essas experiências podem gerar confusão emocional, principalmente porque o relacionamento também possui momentos bons. A alternância entre proximidade e tensão dificulta o reconhecimento do impacto real dessa relação.

A psicoterapia ajuda a trazer clareza para padrões relacionais que muitas vezes são difíceis de enxergar quando estamos emocionalmente envolvidos.

Mais do que oferecer respostas prontas, o processo terapêutico ajuda a compreender:

  • Como certas dinâmicas se formam
  • Quais necessidades emocionais estão presentes
  • Quais limites precisam ser reconhecidos
  • Quais limites são inegociáveis

Relacionamentos saudáveis não precisam ser perfeitos. Muito pelo contrário a conversas difíceis, situações desafiadoras, concessões e ajustes que são necessários. Mas é essencial que esta relação seja segura o suficiente para que você possa ser quem é, sem medo constante de ser diminuída.

Procurar ou não ajudar eis a questão?

Muitas pergunta surgem antes de iniciar o processo de psicoterapia como:

“Será que meu “problema “,”queixa ” “demanda ” motivo” é sério o suficiente?”

      “Eu preciso estar “muito mal” pra fazer terapia?”…

           “Será que vai funcionar pra mim?”

Muitas pessoas acreditam que a terapia deveria ser procurada apenas em momentos de crise intensa ou sofrimento extremo.

Mas a realidade é que o processo terapêutico também pode ser extremamente valioso para quem simplesmente deseja compreendermelhor e viver de forma mais consciente.

Situações em que a terapia pode ajudar 

A psicoterapia costuma ser procurada quando existem questões como:

  • dificuldade em relacionamentos
  • baixa autoestima
  • ansiedade frequente
  • dificuldade em impor limites
  • sensação de estar perdida em relação a si mesma ou à própria vida
  • querer se entender, algum aspecto da personalidade, situação específica
  • momentos de mudanças significativas de vida (casamento, maternidade, promoção no trabalho, quebra de algum vínculo relacional, separação conjugal)
  • fobias
  • traumas
  • Aprender novas habilidades como aprender a dizer não ou melhorar sua tomada de decisão

Essas experiências fazem parte da vida humana e não indicam fraqueza. Na verdade, buscar compreender essas questões costuma ser um sinal importante de maturidade emocional.

O que acontece dentro do processo terapêutico

A psicoterapia oferece um espaço estruturado de escuta, reflexão e construção de novas perspectivas.

Ao longo das sessões, a pessoa pode explorar pensamentos, emoções, padrões de comportamento e experiências passadas que influenciam a forma como ela se percebe e se relaciona, mas não se engane o processo terapêutico também é o lugar de se vulnerabilizar e nem sempre virá com reflexões instagramáveis, algumas vezes o desconforto fará parte do contexto

Gradualmente, esse processo costuma trazer maior clareza emocional, autonomia nas decisões e mais segurança baseados na sua própria identidade.

A psicóloga(o) não deve ser o profissional que te aconselhará a fazer ou não algo, te dar respostas existenciais, mas será a profissional que te acompanhará nas suas próprias conclusões, em qualquer processo terapêutico ético.

Procurar terapia não significa que algo está “errado” com você. Muitas vezes significa apenas que você decidiu olhar para si mesma com mais cuidado e profundidade.

Se você tem alguma ou algumas dessas queixas ou outras e faz sentido pra você eu posso te acompanhar durante esse processo. 🤎

 12/04/2026 Psicóloga: Janaina Lima Santana     

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